quarta-feira, 31 de março de 2010

Pokémon Heart Gold / Soul Silver

Diz a verdade: quem aí nunca jogou algum Pokémon? Quem nunca ouviu aqueles ruídos toskos e achou a voz dos bichinhos pixelizados o máximo?

Bom, se você teve/tem infância/adolescência, assim como eu, com certeza ainda lembra (ou até ainda joga) dos infindáveis caminhos e ginásios pra chegar na liga pokémon. E talvez você também tenha aguardado pacientemente desde que foram anunciadas as versões para DSi dos melhores Pokémon que já existiram. Sim, estou falando de Pokémon Heart Gold e Soul Silver (pros íntimos, HG/SS).

Hey! I'm back!

Poisé. Voltei ao som de Marilyn Manson só pra postar um trailer de uma animação que tá me fazendo roer as unhas de ansiedade.
O negócio é o seguite, todos sabem, ou quase todos porque acho que nunca falei aqui, que sou apaixonado por filmes de zumbis. Sempre foram meus favoritos. E essa é a primeira animação sobre o assunto!
Escrita por Haylar Garcia e dirigida por Ben Hibon, A. D. (tinha esquecido de falar o nome antes) tem previsão para estrear ainda esse ano. Resta esperar pra ver!

Agora sem mais, vou deixá-los com o trailer!
http://uiop.me/163e

Pelo jeito, o lay do blog muda, o tempo passa, mas o blogspot ainda insiste em não me deixar postar links! ¬¬'
O jeito é copiar e colar aí, blz?

Novo layout, novas ideias

Olá, galera!

Pra quem não notou ainda, o blog está de visual novo! E junto com isso, temos algumas novidades.

A primeira delas é a divisão de conteúdo. Agora temos colunas sobre música, cinema, gueimes ( XD ), lifestyle, e eticétera. Claro, os posts ainda não estão todos arrumados nas categorias certas (shame on me), mas espero conseguir esse feito durante esse feriado de... de... esse feriado aí.

Enquanto isso, vamos curtindo os novos posts e até logo!

Dica da Semana: A nova da Dreamworks.

Uma estréia no cinema me chamou atenção essa semana. Como Treinar seu dragão (How to Train your Dragon), nova animação da Dreamworks (Shreck, Kung Fu Panda), apostando no 3D e personagens ultra carismáticos nessa nova empreitada, o que realmente funcionou, levando em conta a bilheteria já alcançada, superando Alice no país das maravilhas (Tim Burton) em sua estréia nos EUA, conquistando o primeiro lugar também no Brasil.

O filme conta a história de Hiccup (Jay Baruchel), um adolescente viking franzino, morador de uma aldeia que é constante alvo do ataque de dragões. Dentre as suas tentativas atrapalhadas de caçá-los, e não antes de virar piada entre os demais jovens pela sua falta de desenvoltura nessa atividade, Hiccup acaba acertando um dragão negro, mas fica com dó e não consegue matá-lo. Daí surge uma forte amizade entre os dois, clandestinamente, claro. E é aí que reside o forte apelo emocional e dramático da trama, ingrediente infalível para se alcançar sucesso não só de crítica, mas também de público, além de elementos como um personagem nerd, Snotlout (Jonah Hill) que faz referências a jogos de RPG, ganhando a simpatia de um outro tipo de público. Vale abrir um parêntese para elogiar a dublagem brasileira, que alcançou a difícil tarefa de não estragar a interpretação original.

Apesar do público-alvo ser teoricamente infantil, indico pra todo aquele que curte uma animação de qualidade téncica irrefutável, mensagem positivista sem chegar a ser piegas ou infantilóide, e, claro, com um humor muito inteligente. Confira o trailer dublado abaixo e a colocação do filme no IMDb.



video

domingo, 28 de março de 2010

Redes sociais e inutilidade pública

Estamos vivendo a era das redes sociais na internet. Orkut, twitter, facebook, entre outras mil, cresceram e tomaram um espaço bem definido nas nossas vidas de internautas inveterados. Há muita polêmica a respeito da finalidade de todas elas, mas francamente, a utilidade ou não dessas ferramentas vai muito do usuário; é ele quem determina como vai se manifestar na rede. Se a imbecilidade alheia está correndo solta na sua tela, não adianta reclamar com os developers dos respectivos serviços.
O mais ilustrativo caso atual de utilidade, longevidade e relevência duvidosas é o formspring, um tipo ainda bem arcaico de rede que funciona como um tipo de jogo da verdade.
Até com um mecanismo rudimentar como o do forms, é possível tirar algum proveito da situação. Afinal não há maneira mais eficiente, e ainda gratuita, no caso das redes sociais, de promover algo, prato cheio para a classe blogueira. E pensemos duas vezes antes de pregar a expulsão da população imbecil menos favorecida intelectualmente das redes, afinal, e infelizmente, ainda é maioria em todos os lugares do mundo, e querendo ou não, possibilita e mantém a popularidade das coisas todas. E ainda segue fazendo a nossa alegria, protagonizando o fail nosso de cada dia.

Mesmo tendo que conviver diariamente com um monte de lixo que logo cai nas graças dos internautas, vamos nos ater ao fato de que esse mesmo espaço pode sim e dever ser utilizado para divulgar coisas bacanas e construtivas, afinal arrogância inteligência serve também para ser usada em causas mais importantes que criticar e fazer piada dos burros pobres de neurônios e suas presepadas internéticas.























PS: Miau não segue suas próprias dicas e continua sendo uma crítica ferrenha, pouco importa de quê ou quem exatamente. Mas vale ressaltar que a mesma está se empenhando em curar suas nóias, inclusive de se referir a si em terceira pessoa (metalinguagem detected).

sábado, 20 de março de 2010

Analisando emos e Álvares de Azevedo

Depois desse tempo sem postar, e do trágico falecimento do tiopês (ear maravilindo faalr ese indioms) resolvi dar uma reciclada em algumas coisas, e comecei com o velho post sobre emos.

Todo mundo acha que sabe o que é um emo e que já viu pelo menos um, mas quase ninguém sabe exatamente que critérios usar para identificá-los. Não priemos cânico; existem sim características comuns a todo emo, e que podem ser de grande utilidade pra quem não sabe ao certo se há ou não uma florzinha emocore dentro de si lutando para desabrochar. Mas não vá chorar, ameaçar cortar os pulsos ou se jogar da ponte mais próxima caso descubra que nunca passou de um emo eco-chato e maníaco-depressivo. Bom, podemos fazer uma lista de dez fatores que podem ser determinantes na sua análise:

1. Franja.
Não é o melhor exemplo de fator determinante, mas é um forte indício.

Gay Emo entoando canção do grupo Nx Zero


2. Distúrbio na fala.

Não, isso não foi diagnosticado por nenhum fonoaudiólogo, acontece que esse tipo costuma frescar propositalmente na hora de se comunicar. Eles utilizam o 'miguxês', idioma já quase extinto por ser extremamente old e inútil.
Eis um exemplo de um emo comprando leite na padaria (não confundir com carioquês):
'Xêu moxu, mi dá um litrua dí leitx, pur favoar... ai rápidum, ui tô xorâândú.'

3. Anorexia ou quase isso

'Emorexis'. Os objetivos dessa prática ainda são um mistério, esteticamente não agrada.

4. Andar em grupos de pelo menos três pessoas
Não vão sozinhos nem no mercadinho da Nivalda. Pode ser medo da solidão, ou, talvez a obstrução que a franja provoca no campo visual os obrigue a andar com um guia (fico com a segunda hipótese).

5. Pele extremamente alva.
Eu ia dizer pálida, mas ia perder toda a poesia. Se tanta brancura não for natural, tome pó de arroz da avon na fuça.

6. Preto.
Cabelos (sempre muito lisos), roupas, cosméticos (inclusive para os meninos), etc... há de ser tudo preto. Embora o preto (cor) seja mais relevante na análise, está profundamente atrelado à maneira como se vestem. Roupas gastas, amarrotadas, num tamanho desapropriado, sei não hein... Afinal ninguém mais cai nessa de moda vintage; vestido assim, ou é mendigo ou é emo.

7. Gosto musical duvidoso.
My chemical romance, Fresno, Cisne Cine, Evanescence... devo prosseguir? Não, né.

8. Sensibilidade e emotividade à flor da pele.
Não é considerado normal chorar por motivos banais. Tipo, pisar numa formiga.

9. All Star.
Havaianas de emo.

10. Poesia ultra-romântica.
Álvares de Azevedo foi seriamente acusado de ter sido o cabeça do movimento emo em sua época. E foi a culpa foi comprovada após sua morte. Tuberculose? Tumor? Ow, caiu do cavalinho, Alvinho? Coisa nenhuma! Constatou-se que ele ficou deprimido e se atirou do cavalo que montava por que ficou extremamente deprimido após atropelar uma lagartixa na estrada. Aí morreu. Gráficos mostram que o número de suicídios e incestos triplicou após a publicação de 'Noite na Taverna'.

Quem se identifica com pelo menos cinco desses itens já deve se questionar; quem se encaixa em pelo menos oito já pode ir se preparando pra sair do armário. Pra quem acha que eu sou emo, não levarei a sério as tentativas de provar que eu me descrevi em determinado ou determinados itens.

Álvares de Azevedo e seu famoso olhar 'saudade da mamãe'

Sobre gente boba e uma blogueira furiosa

Eu já havia dado cabo quase oficial dos meus dias de blogueira, mas depois de um fato que me ocorreu ontem, eu tive que postar. Acontece que ontem recebemos uma visita, lá onde eu trabalho, de uma ex-colega que foi demitida há algum tempo, e que sabidamente é obcecada pelo companheiro, que por sinal também trabalha lá. Entre uma e outra asneira que ela falava, ela me perguntou se eu estava namorando; eu disse que não; então ela prontamente ficou com dó e me chamou de 'coitada'(puta erro da parte dela, rá!). Não preciso nem dizer o quanto fiquei furiosa, e o tamanho da minha vergonha alheia. Mas não me propus a rebater, afinal eu estava diante do que seria uma pessoa cuja mente parou de se desenvolver aos doze anos de idade. O que me preocupou foi o fato de várias pessoas, não só mulheres, compartilharem dessa premissa de que só será feliz quem estiver em um relacionamento amoroso, o que leva à concluir que só existe felicidade, coisas bacanas e interessantes em outrem, não em si.

Triste e medíocre, mas esse delírio coletivo até ajuda a entender porque os relacionamentos hoje em dia andam tão banais, tão efêmeros. As pessoas estão se esforçando não em cultivar um relacionamento digno e bacana, mas basicamente em fazer os outros acreditarem nisso, como se ser feliz e notório se resumisse a fazer parte de um casal, a despeito dos reais motivos e condições por trás dessa imagem.

Talvez a minha auto-estima seja um exagero diante da média e seja fácil me sentir segura e confortável à parte de um relacionamento. Mas até para mulheres-anta e pessoas bobas em geral é possível, mesmo com a mídia vendendo a todo momento ideiais feministas e um tanto maniqueístas de que nascemos pura e simplesmente para encontrar um amor eterno e que essa é a condição absoluta e inquestionável para se alcançar felicidade, bem-estar e crescimento pessoal. Ignorar esse modelo e priorizar coisas diferentes, como por exemplo a si mesmo, é a grande jogada. Amor-próprio, apesar de ser um tema batido, ainda é um grave problema pra muita gente, que tem dificuldade em valorizar os próprios interesses e conquistas. Mas como há solução pra tudo, quem sabe ainda dá pra curar um pouco dessa doença e resgatar alguns dos valores que foram se perdendo com o tempo, mas que nunca deixaram de ser válidos.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Orkut: aham, cláudia, senta lá

Post rápido pra falar de uma comunidade que me deu crises de riso hoje:

aham, cláudia, senta lá

Gente, como a Xuxa era ainda mais sacal quando tinha começado a ser apresentadora!

Destaque para o post o q cláudia disse para xuxa???, que me gerou todas as risadas!

té mais, galere!